terça-feira, 5 de novembro de 2013

Região-Serrana Rio de Janeiro


Características da Região Serrana do Rio favorecem deslizamentos

Petrópolis Coppe - Globo Ecologia - Ocupação Desordenada (Foto: Divulgação/Coppe)
Região Serrana do Estado do Rio de Janeiro é palco de tensões constantes durante as épocas mais chuvosas. Ano após ano, desabamentos vitimam e desabrigam centenas de pessoas. Em 2011, as cidades de Teresópolis, Nova Friburgo e Petrópolis sofreram com uma tragédia de proporções ainda maiores que o usual, com cerca de 900 mortes. Algumas características geológicas da região são determinantes para isso.


Segundo o professor da área de Geotecnia da Coordenação dos Programas de Pós-Graduação em Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe – UFRJ) Maurício Ehrlich, três fatores principais influenciam na suscetibilidade que a Região Serrana do estado tem em relação aos deslizamentos de terra: a declividade das encostas, a espessura do solo e as características das rochas.

“As encostas do local, são, em geral, muito íngremes”, diz Maurício. “Somado a isso, temos um solo muito fino, que não tem muitas condições de resistir à chuva forte”, completa. O desmatamento também contribui muito para o aumento do risco. Isso porque as raízes mais profundas absorvem parte da água da chuva.
Segundo o professor, mais grave que a retirada completa das árvores, é quando as plantas são simplesmente mortas. “As raízes permanecem, embora não absorvam água, o que cria canais para a chuva penetrar mais facilmente”, explica. A presença de vegetação também contribui para amenizar o impacto recebido diretamente pelo solo, o que controla a erosão.

Para Maurício, uma forma de lidar com o problema é cimentar todo o terreno onde haverá habitações. “É o que acontece em São Paulo, e isso realmente diminui o número de desabamentos, mas, em contrapartida, aumenta o problema das inundações”, ressalta.

A configuração das rochas abaixo das encostas é outro fator importante para a ocorrência de deslizamentos. “Essas formações, na região, têm muitas fraturas, o que faz a água chegar às partes mais baixas, e gera uma grande pressão”, afirma Maurício. O resultado é o aumento do peso na região superior – com o solo encharcado – somado à perda da resistência na parte inferior dos morros.

O ideal é que, para cada construção planejada em uma encosta, seja feito um estudo que avalia a suscetibilidade do local à queda. A dificuldade, nesse caso, é econômica, já que muitas famílias são de baixa renda e vão morar em morros por não terem outra opção.

Maurício destaca, entretanto, que mesmo encostas consideradas mais seguras sofreriam com o tipo de chuva que caiu em 2011. Na ocasião, a tempestade foi continuamente alimentada por umidade vinda da Amazônia e se concentrou muito em determinadas regiões.

Em um relatório da Coppe, elaborado na época, a região central cidade de Petrópolis, menos afetada que Friburgo e Teresópolis, foi classificada como uma bomba-relógio neste sentido. “O desastre teria sido maior se a chuva tivesse castigado o local da mesma forma que outros pontos da serra, já que a ocupação de suas encostas é ainda maior”, explica Maurício.

Eu Nathália Guerra do Amarante, sou moradora da cidade de Petrópolis e depois dos deslizamento, vê-se que foi feito muito pouco para a população que perdeu suas moradias, ou seja, nada foi feito, para o melhor da vida da população.
A cidade de Petrópolis não foi muito a balada, foi só no interior da cidade o resto ainda está bem. É preciso que as autoridades não só apliquem o dinheiro, mas venha até aqui para ver se os prefeitos, ou outros governantes da cidade de Petrópolis estão fazendo algo para o melhor da população, pois até agora muito pouco foi feito.

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Vinicius de Moraes.






Marcus Vinicius da Cruz de Mello Moraes, conhecido como Vinicius de Moraes nasceu em 19 de outubro de 1913, no Rio de Janeiro, com ascendência nobre e de dotes artísticos.
Com apenas 16 anos entrou para a Faculdade de Direito do Catete, onde se formou em 1933, ano no qual teve seu primeiro livro publicado “O caminho para a distância”. Durante o período de formação acadêmica firmou amizades com vínculos boêmios e desde então, viveu uma vida ligada à boemia.
Após alguns anos foi estudar Literatura Inglesa na Universidade de Oxford, no entanto, não chegou a se formar em razão do início da Segunda Guerra Mundial. Ao retornar ao Brasil, morou em São Paulo, onde fez amizade com Mário de Andrade, Manuel Bandeira e Carlos Drummond de Andrade e também efetivou o primeiro de seus nove casamentos. Logo após algumas atuações como jornalista, cronista e crítico de cinema, ingressou na diplomacia em 1943. Por causa da carreira diplomática, Vinicius de Morais viajou para Espanha, Uruguai, França e Estados Unidos, contudo sem perder contato com o que acontecia na cultura do Brasil.

É um dos fundadores do movimento revolucionário na música brasileira, chamado de “Bossa Nova”, juntamente com Tom Jobim e João Gilberto. Com essa nova empreitada no mundo da música, Vinicius de Moraes abandonou a diplomacia e se tornou músico, compôs diversas letras e viajou através das excursões musicais. Durante esse período viveu intensamente os altos e baixos da vida boêmia, além de vários casamentos.

O início da obra de Vinicius de Moraes segue uma aliança com o Neo-Simbolismo, o qual traz uma renovação católica da década de 30, além de uma reformulação do lado espiritual humano. Vários poemas do autor enquadram-se nesta fase de temática bíblica. Porém, com o passar dos anos, as poesias foram focando um erotismo que passava a entrar em contradição com a sua formação religiosa.
Após essa fase de dicotomia entre prazer da carne e princípios cristãos, infelicidade e felicidade, Vinicius de Moraes partiu para uma segunda fase poética: a temática social e a visão de amor do poeta.
Há diferenças na estrutura da primeira fase poética do escritor em relação à segunda: a mudança dos versos longos e melancólicos para uma linguagem mais objetiva e coloquial.

Vinicius de Moraes foi um poeta que marcou a literatura e a música, e até hoje é relembrado, inclusive em nomes de avenidas, ruas, perfumes, etc.


O verbo no infinito

Vinicius de Moraes

Ser criado, gerar-se, transformar
O amor em carne e a carne em amor; nascer,
Respirar, e chorar, e adormecer
E se nutrir para poder chorar

Para poder nutrir-se; e despertar
Um dia à luz e ver, ao mundo e ouvir
E começar a amar e então sorrir
E então sorrir para poder chorar.

E crescer, e saber, e ser, e haver
E perder, e sofrer, e ter horror
De ser e amar, e se sentir maldito

E esquecer tudo ao vir um novo amor
E viver esse amor até morrer
E ir conjugar o verbo no infinito...

sexta-feira, 15 de março de 2013

A Dança e a Alma!




A dança e a alma (Drummond de Andrade)

A dança? Não é movimento,
súbito gesto musical
É concentração, num momento,
da humana graça natural. 

No solo não, no éter pairamos,
nele amaríamos ficar.
A dança - não vento nos ramos:
seiva, força, perene estar. 

Um estar entre céu e chão,
novo domínio conquistado,
onde busque nossa paixão
libertar-se por todo lado... 

Onde a alma possa descrever
suas mais divinas parábolas
sem fugir a forma do ser,
por sobre o mistério das fábulas. 


Carlos Drummond de Andrade, grande poeta brasileiro, In: Viola de bolso(1950-1967)

Dança!











Desde 1982, no dia 29 de abril, comemora-se o dia internacional da dança, instituído pela UNESCO em homenagem ao criador do balé moderno, Jean-Georges Noverre.
A Dança é a arte de mexer o corpo, através de uma cadência de movimentos e ritmos, criando uma harmonia própria.
Não é somente através do som de uma música que se pode dançar, pois os movimentos podem acontecer independente do som que se ouve, e até mesmo sem ele.
A história da dança retrata que seu surgimento se deu ainda na Pré-História, quando os homens batiam os pés no chão. Aos poucos, foram dando mais intensidade aos sons, descobrindo que podiam fazer outros ritmos, conjugando os passos com as mãos, através das palmas.
O surgimento das danças em grupo aconteceu através dos rituais religiosos, em que as pessoas faziam agradecimentos ou pediam aos deuses o sol e a chuva. Os primeiros registros dessas danças mostram que elas surgiram no Egito, há dois mil anos antes de Cristo.
Mais tarde, já perdendo o costume religioso, as danças apareceram na Grécia, em virtude das comemorações aos jogos olímpicos.
O Japão preservou o caráter religioso das danças. Até hoje, elas são feitas nas cerimônias dos tempos primitivos.
Em Roma, as danças se voltaram para as formas sensuais, em homenagem ao deus Baco (deus do vinho), e dançava-se em festas e bacanais.
Nas cortes do período renascentista, as danças voltaram a ter caráter teatral, que estava se perdendo no tempo, pois ninguém a praticava com esse propósito. Praticamente daí foi que surgiram o sapateado e o balé, apresentados como espetáculos teatrais, onde passos, música, vestuário, iluminação e cenário compõem sua estrutura.
No século XVI surgiram os primeiros registros das danças, em que cada localidade apresentava características próprias. No século XIX surgiram as danças feitas em pares, como a valsa, a polca, o tango, dentre outras. Estas, a princípio, não foram aceitas pelos mais conservadores, até que no século XX surgiu o rock’n roll, que revolucionou o estilo musical e, consequentemente, os ritmos das danças.
Assim como a mistura dos povos foram acontecendo, os aspectos culturais foram se difundindo.
O maracatu, o samba e a rumba são prova disso, pois através das danças vindas dos negros, dos índios e dos europeus esses ritmos se originaram.
Hoje em dia as danças voltaram-se muito para o lado da sensualidade, sendo mais divulgadas e aceitas por todo o mundo. Nos países do Oriente Médio a dança do ventre é muito difundida; e no Brasil, o funk e o samba são populares. Além desses, o strip-tease tem tido grande repercussão, principalmente se unido à dança inglesa, pole dance, também conhecida como a dança do cano.

História dos óculos.


história dos óculos começa 500 anos aC. com algumas referências em textos do filósofo chinês Confúcio. No entanto, como suas lentes não tinham graus, durante séculos eles foram usados apenas como adorno ou como forma de discriminação social, principalmente para os doentes mentais.
As primeiras lentes corretivas surgiram no século I d.C. e pedras semi-preciosas como o berilo e o cristal de rocha cortadas em camadas finas foram as primeiras lentes de aumento para perto. Mais tarde, passaram a ser usadas sobre os olhos e se transformaram na primeira forma de lentes corretivas.
O primeiro par de lentes, com aros grandes de ferro unidos por rebites, foi descoberto na Alemanha em 1270. Parecido com um compasso, permitia que fosse ajustado sobre o nariz, mas ainda não trazia hastes de suporte.
Ainda no mesmo século, um modelo semelhante foi criado em Florença e fez bastante sucesso. Por isso, os italianos ganharam fama como os inventores dos óculos. Porém, foram necessários mais dois ou três séculos de pesquisas para que se conseguisse um modelo seguro e confortável.
No século 15, os modelos Pince-nez e Lornhons eram os mais usados. O primeiro não tinha hastes e era ajustado apenas no nariz. Já os Lornhons vinham com uma haste lateral para ser colocado em frente aos olhos.
As hastes fixas apoiadas sobre as orelhas só surgiram no século 17, mas mesmo assim os modelos sem hastes continuaram a ser usados até o início do século 20, quando então foram sendo substituídos pelos modelos Numont com aros superiores ou inferiores finos e leves. Sua versão mais moderna é sucesso até hoje.
O uso do plástico e seus derivados na fabricação de armações e o avanço da tecnologia para a produção de lentes melhores e mais finas, ampliaram muito as possibilidades do design de óculos em geral. Atualmente é possível encontrar uma enorme variedade de modelos em muitos materiais, tamanhos e cores.

Os Óculos através dos Tempos

História dos Óculos
Reprodução do primeiro par de óculos encontrado na Alemanha no séc.13
História dos Óculos
Pince-nez do séc.16
História dos Óculos 
Lornhons do séc.16
História dos Óculos 
Primeiros modelos com hastes fixas
História dos Óculos 
Óculos-leque de tartaruga
História dos Óculos 
Modelos decorados com strass dos anos 70
História dos Óculos 
Os modelos "gatinho" começaram a ser usados no final dos anos 40 e viraram moda nos 50
História dos Óculos 
Os clássicos Ray-Ban que faziam parte dos acessórios militares desde antes da Segunda Guerra e que mais tarde foram adotados por estrelas do rock, como Lou Reed e Bob Dylan, são muito usados ainda hoje
História dos Óculos
História dos Óculos 
Modelo pop dos sixties que foi capa de várias revistas da época
Fonte: www.geocities.com

Todo mundo espera alguma coisa, De um sábado à noite!





Todo mundo espera alguma coisa
De um sábado à noite
Bem no fundo todo o mundo quer zoar
Todo mundo sonha em ter
Uma vida boa
Sábado à noite tudo pode mudar
A semana passou num piscar de olhos, e eu não vi
E o tempo que voa como o vento, não senti
Minha vida está congelada
Desde a última vez que lhe vi
Só me interessa voltar ao
ponto de onde eu parti
Passa segunda, terça e quarta-feira, Nem aí!
E na quinta e na sexta o tempo parece, repetir
Quando o sol do último dia
Ameaça se despedir
É que o povo põe uma roupa
E sai pra se distrair.
(Bis)

A semana passou e agora estamos no fim de Semana, não há nada melhor do que sexta e sábado!
O fim de Semana é o momento em que temos que descansar,  encontrar alguns amigos e esquecer um pouco dos problemas!
Então aproveite a sua sexta, o seu sábado e o seu domingo!
Todo mundo espera alguma coisa
De um sábado à noite
Bem no fundo todo o mundo quer zoar!

quinta-feira, 14 de março de 2013

Falsas Amizades!







Ás vezes na vida encontramos pessoas que se acham superiores do que a gente, pessoas que não nos respeitam e também não respeitam ás pessoas mais velhas! Pessoas que acham que sabem de tudo no mundo, e que só quem tem o conhecimento são elas.
   Eu conheço uma pessoa assim, mas eu nunca fui amiga dela, porém eu à respeito e eu só queria que essa pessoa me respeitasse e que também respeitasse quem está em volta dela.
 Pois o que adianta a pessoa saber falar belas palavras se o principal na vida ela não tem.
Que é o respeito, a ética, uma boa postura e a cima de tudo honestidade!

No início a gente até aceita esse jeito da pessoa, mas com o passar do tempo, a paciência se esgota e o melhor que temos que fazer é se afastar, pois à pessoas que não tem jeito! A educação passa longe.