Língua Portuguesa


Um dos nossos primeiros trabalhos publicados no blog do nosso colégio Rui BarbosaBlog do Rui ).

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   A vida de Ishmael

O livro "Muito longe de casa memórias de um menino - soldado", conta a hisória de uma menino que se chama Ishmael.Ele era um adolescente que gostava de dançar,escutar músicas em inglês,e tinha muitos amigos.
Serta vez,ao sair da sua casa com seus amigos, para ir na casa de um outro amigo que morava longe,Ishmael soube que a cidade em que morava tinha sido atacada por rebeldes.Ishmael e seus amigos viram cenas chocantes,pessoas baleadas morrendo e a única solução era fugir.Passaram por várias aldeias, as vezes passavam por mais situações porque na guerra todos desconfiavam, eram maltratados pelos chefes das aldeias,passavam fome.Até que em uma hora Ishmael se separou de seus amigos e ficou sozinho,dias depois econtrou novos garotos que viraram seus amigos.Eles ficaram em uma aldeia para serem soldados e lutaram contra os rebeldes.Foi difícil mais Ishmael começou a usar drogas e a matar por anos.Até que um dia,Ishmael foi para uma escola para ser ajudado, com o tempo ele parou de usar drogas e foi morar com seu tio,mais seu tio faleceu e os rebeldes voltaram a atacar a cidade.Então ele decidiu ir embora e conseguiu.Foi para os E.U.A.
Atualmente ele mora em New York e é membro do comitê de direitos da criança.Participa de diversos congressos em instituições como a ONU e o conselho de relações internacionais dos E.U.A. sobre crianças afetadas pela guerra.

Resenha do livro "Muito longe de casa memórias de um menino - soldado" feito pela aluna:
Nathália Guerra do Amarante da turma 1002 do colégio Rui Barbosa.

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O sucesso de Jane

O livro "Como meu diário de tornou um sucesso" conta a história de uma menina chamada Jane que teve seu diário publicado e se tornando um sucesso.
Jane precisava fazer uma redação para a aula de redação que precisava ser entregue no dia seguinte,para isso sua melhor amiga a emprestou seu notebook para que Jane pudesse escrever a redação mandar para a amiga por e-mail para que ela pudesse imprimir para entregar a professora no dia seguinte.Só, que naquele dia,Jane tinha passado por muitos problmas na escola com Suzana, a menina mais "popular" do colégio,Jane sentia muita raiva dela.Com isso, ao invés dela começar a escrever a redação ela começou a escrever uma espécie de diário, ou história, onde Suzana era a vilã chamada Mirna e ela era a salvadora do planeta chamada Isabela, ou melhor Is que tinha super poderes como soltar raios por exemplo.
Ela estava tão empolgada com a história que nem estava se lembrando que precisava fazer a redação.Quando finalmente lembrou ela escreveu rapidamente uma redação qualquer e enviou para a amiga imprimir para o dia seguinte.Depois que ela enviou ela desligou o computador e foi dormir.
No dia seguinte na escola,a professora foi ler a redação de Jane e para a surpresa de todos inclusive de Jane a professora estava lendo o diário(história) que Jane tinha escrito e na hora lembrou que sem querer havia mandado o e-mail errado,ao invés de mandar a redação mandou o diário.
Para ainda mais a surpresa de Jane a professora e os alunos gostaram muito da história,tanto é que em 2 dias a história já circulava por todo colégio,todos comentando e elogiando a redação de Jane.A redação foi até publicada no jornal da escola.
Quando Jane voltou do intervalo a professora falou com ela que havia gostado muito da história e disse que tinha uma amiga que trabalhava em uma editora e perguntou Jane se poderia mostrar a amiga, e Jane deixou.
A professora mostrou a história de Jane para a amiga e amiga também gostou e resolveu publicar a história como um livro.
Antes do livro ser publicado aconteceram várias coisas como os pais de Jane que não queriam deixar que o livro fosse publicado porque achavam que ela era muito nova pra isso,ela só tinha 14 anos.
Mais depois de vários acontecimentos,bons e ruins,o livro finalmente foi publicado e foi um sucesso.
Por várias semanas seguidas o livro ficou no topo da lista dos mais vendidos etc.
Com isso Jane precisou fazer um segundo livro,uma continuação do primeiro que também foi um sucesso.
Com isso Jane virou uma escritora de sucesso.

Resenha do livro "Como meu diário se tornou um sucesso" feito pela aluna:
Rachel Paiva de Oliveira da turma 1002 do colégio Rui Barbosa.


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História de Adolescente.

O livro conta a história de um grupo de amigos que estão por um fio para passar de ano. Eles são do 2º ano do ensino médio e a diretora pede pra que eles façam um trabalho com o tema "Adolescência".
E com isso eles tiveram a ideia de fazer um trabalho contando as suas experiências como: O primeiro beijo, a primeira transa, o primeiro amor, a primeira vez de um "nerd" no motel, a ida ao quartel, experimentando a droga, enfim tudo pela visão dos homens e com isso eles vão contando suas histórias e relembrando o passado. E no fim a espera pela nota para saber se vão para o ultimo ano ou vão ficar no mesmo.


Resenha do livro "Confidências, confusões e garotas" feito pelo aluno:
Jean Carlos C. dos Santos da turma 1002 do colégio Rui Barbosa.
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LIMA BARRETO



Lima Barreto – o autor de Clara dos Anjos
e Triste fim de Policarpo Quaresma.
Afonso Henriques de Lima Barreto nasceu em 1881 na cidade do Rio de Janeiro. Enfrentou o preconceito por ser mestiço durante a vida. Ficou órfão aos sete anos de idade de mãe e, algum tempo depois, seu pai foi trabalhar como almoxarife em um asilo de loucos chamado Colônia de Alienados da Ilha do Governador.

Concluiu o curso secundário na Escola Politécnica, contudo, teve que abandonar a faculdade de Engenharia, pois seu pai havia sido internado, vítima de loucura, e o autor foi obrigado a arcar com as despesas de casa.

Como leu bastante após a conclusão do segundo grau, sua produção textual era de excelente qualidade, foi então que iniciou sua atividade como jornalista, sendo colaborador da imprensa. Contribuiu para as principais revistas de sua época: Brás Cubas, Fon-Fon, Careta, etc. No entanto, o que o sustentava era o emprego como escrevente na Secretaria de Guerra, onde aposentaria em 1918.

Não foi reconhecido na literatura de sua época, apenas após sua morte. Viveu uma vida boêmia, solitária e entregue à bebida. Quando tornou-se alcoólatra, foi internado duas vezes na Colônia de Alienados na Praia Vermelha, em razão das alucinações que sofria durante seus estados de embriaguez.

Lima Barreto fez de suas experiências pessoais canais de temáticas para seus livros. Em seus livros denunciou a desigualdade social, como em Clara dos Anjos; o racismo sofrido pelos negros e mestiços e também as decisões políticas quanto à Primeira República. Além disso, revelou seus sentimentos quanto ao que sofreu durante suas internações no Hospício Nacional em seu livro O cemitério dos vivos.

Sua principal obra foi Triste fim de Policarpo Quaresma, no qual relata a vida de um funcionário público, nacionalista fanático, representado pela figura de Policarpo Quaresma. Dentre os desejos absurdos desta personagem está o de resolver os problemas do país e o de oficializar o tupi como língua brasileira.

Vejamos um trecho de Triste fim de Policarpo Quaresma:

(...)

“Demais, Senhores Congressistas, o tupi-guarani, língua originalíssima, aglutinante, é verdade, mas a que o polissintetismo dá múltiplas feições de riqueza, é a única capaz de traduzir as nossas belezas, de pôr-nos em relação com a nossa natureza e adaptar-se perfeitamente aos nossos órgãos vocais e cerebrais, por sua criação de povos que aqui viveram e ainda vivem, portanto possuidores da organização fisiológica e psicológica pare que tendemos, evitando-se dessa forma as estéreis controvérsias gramaticais, oriundas de uma difícil adaptação de um língua de outra região à nossa organização cerebral e ao nosso aparelho vocal – controvérsias que tanto empecem o progresso da nossa cultura literária, científica e filosófica.”

(...)

Lima Barreto faleceu no primeiro dia do mês de novembro de 1922, vítima de ataque cardíaco, em razão do alcoolismo.

Obras:
Romance: Recordações do escrivão Isaías Caminha (1909); Triste fim de Policarpo Quaresma (1915); Numa e a ninfa (1915); Vida e morte de M. J. Gonzaga de Sá (1919); Clara dos Anjos (1948).
Sátira: Os bruzundangas (1923); Coisas do Reino do Jambom (1953).
Conto: História e sonhos (1920).


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 Monteiro Lobato

Fotografia de Monteiro Lobato


Biografia, obras e estilo literário
Contista, ensaísta e tradutor, este grande nome da literatura brasileira nasceu na cidade de Taubaté, interior de São Paulo, no ano de 1882. Formado em Direito, atuou como promotor público até se tornar fazendeiro, após receber herança deixada pelo avô.  Diante de um novo estilo de vida, Lobato passou a publicar seus primeiros contos em jornais e revistas, sendo que, posteriormente, reuniu uma série deles em Urupês, obra prima deste famoso escritor.
Em uma época em que os livros brasileiros eram editados em Paris ou Lisboa, Monteiro Lobato tornou-se também editor, passando a editar livros também no Brasil. Com isso, ele implantou uma série de renovações nos livros didáticos e infantis. 
Este notável escritor é bastante conhecido entre as crianças, pois se dedicou a um estilo de escrita com linguagem simples onde realidade e fantasia estão lado a lado. Pode-se dizer que ele foi o precursor da literatura infantil no Brasil. 
Suas personagens mais conhecidas são: Emília, uma boneca de pano com sentimento e idéias independentes; Pedrinho, personagem que o autor se identifica quando criança; Visconde de Sabugosa, a sabia espiga de milho que tem atitudes de adulto, Cuca, vilã que aterroriza a todos do sítio, Saci Pererê e outras personagens que fazem parte da inesquecível obra: O Sítio do Pica-Pau Amarelo, que até hoje encanta muitas crianças e adultos. 
Escreveu ainda outras incríveis obras infantis, como: A Menina do Nariz Arrebitado, O Saci, Fábulas do Marquês de Rabicó, Aventuras do Príncipe, Noivado de Narizinho, O Pó de Pirlimpimpim, Reinações de Narizinho, As Caçadas de Pedrinho, Emília no País da Gramática, Memórias da Emília, O Poço do Visconde, O Pica-Pau Amarelo e A Chave do Tamanho. 
Fora os livros infantis, este escritor brasileiro escreveu outras obras literárias, tais como: O Choque das Raças, Urupês, A Barca de Gleyre e o Escândalo do Petróleo. Neste último livro, demonstra todo seu nacionalismo, posicionando-se totalmente favorável a exploração do petróleo apenas por empresas brasileiras. 
No ano de 1948, o Brasil perdeu este grande talento que tanto contribuiu com o desenvolvimento de nossa literatura.
Frases de Monteiro Lobato
- "De escrever para marmanjos já estou enjoado. Bichos sem graça. Mas para crianças um livro é todo um mundo."
- "É errado pensar que é a ciência que mata uma religião. Só pode com ela outra religião."
- "O livro é uma mercadoria como qualquer outra; não há diferença entre o livro e um artigo de alimentação. (...) Se o livro não vende é porque ele não presta".
- "Tudo tem origem nos sonhos. Primeiro sonhamos, depois fazemos."